quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O Teatro de Fantoches do Grupo Pedra-Sabão

Igreja de São José
Lília e Tampinha atravessaram a ponte dos Contos e seguiram pela rua Tiradentes. No alto do morro erguia-se a igreja de São José. Não haviam caminhado muito, quando Tereca e Tunica apontaram à porta de uma casa.

- Venha conhecer a sede do nosso Grupo Pedra-Sabão.
Tereca foi entrando e chamando por dona Maria do Carmo.
-Como vêm muitos turistas a Ouro Preto e todos querem conhecer nossa história, resolvemos formar o teatro de fantoches para representar a história de Ouro Preto.

Tampinha e Tunica realizaram uma pequena apresentação e saíram rindo detrás do palco. Com isso, Lília analisou os fantoches e conversou com dona Maria do Carmo, que é a costureira do grupo.


- Não foi tão difícil fazer os trajes! O Dirceu, meu filho, desenhou os modelos. Foi assim, que conseguimos montar todos os fantoches.
- Não fosse o Dirceu, a gente nunca teria feito nada - comentou Tampinha. - Toda a ideia foi dele.
- Pena que meu filho não está em casa - disse dona Maria do Carmo.
- Que pena mesmo! - murmurou Lília.

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